GT 11 – REDES CRIMINAIS, DISPOSITIVOS DE CLASSIFICAÇÃO E PUNIÇÃO

Coordenação: Jania Perla Aquino (LEV-UFC); Jorge Mattar Vilella (HYBRIS-UFSCar); Natasha Neri (NECVU-UFRJ)

O grupo de trabalho pretende agregar pesquisadores cujos estudos envolvam práticas e coletivos ilegais, agentes e mecanismos ( institucionalizados ou não) de classificação, repressão e punição de práticas suscetíveis à incriminação, bem como as experiências de diversos atores em instituições policiais, judiciais e prisionais. Além da discussão dos dados e descobertas etnográficas, o GT buscará contribuir para a reflexão sobre os dilemas éticos e as dificuldades operacionais referentes à realização da pesquisa, ao tratamento analítico dos dados e às formas de publicização das informações obtidas.

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DIA 07/12 – 8h às 10h

Sessão 1: Sujeitos Incriminados e Práticas Punitivas

  • Bandido, ex-bandido, trabalhador: uma análise acerca do trabalho enquanto valor para presos e egressos do sistema prisional na cidade do Rio de Janeiro/Brasil

Izabella Lacerda Pimenta (UFF/INCT-InEAC)

  • Redes sociais da criminalidade na penitenciária de Alcaçuz, RN.

Thadeu de Sousa Brandão (UFERSA)

  • As várias famílias salesianas. multiplicidades de conceitos, táticas e contextos em uma medida de liberdade assistida 

Sara Regina Munhoz (UFSCar)

 

DIA 08/12 – 8 às 10h

Sessão 2: Moralidades, Redes Criminais e o Lugar do Pesquisador

  • “Proceder de guerreira: considerações acerca de construções morais” 

Jacqueline Ferraz de Lima (PPGAS/UFSCAR)

  • Liberdade e prisão: notas sobre o campo

Luciana Maria Ribeiro de Oliveira (UFPE)

  • Rede de pistolagem, violências e trajetória de vida: notas sobre os dilemas existenciais de um pesquisador

Ed Carlos de Sousa Guimarães (UNIFAP)

  • Existe uma “antropologia do crime” no Brasil?

Jania Perla Diógenes de Aquino (UFC), Nádia Ruth Uchoa Gomes (UFC), Bruna Maria Rodrigues Lopes (UFC)

 

Dia 09/12 – 8 às 10h

Sessão 3:  Agentes Institucionais e Dispositivos de Classificação

  • Novas abordagens de rua: algumas considerações sobre um mecanismo de mapeamento e classificação da população de rua

Mariana Medina Martinez (UFSC)

  • O trabalho paralelo e a segurança pública: as redes de serviços e os policiais militares

Andréa Nazaré Lima Motta (ESMAZ), Roseane Magalhães Lima (ESMAZ)

  • Os mecanismos de classificação no ambiente de interação do juizado de violência doméstica e familiar contra a mulher

Gina Oliveira Dantas (UFC)

  • O que matar (não) quer dizer nas práticas e discursos da justiça criminal: o tratamento judiciário dos “homicídios por auto de resistência” no Rio de Janeiro

 Sylvia Amanda da Silva Leandro (UFRJ)

  • O que existe atrás das grades do presídio Ary Franco no Rio de Janeiro?

Newvone F. da Costa (CUAM), Georgia M. L. Campos (CUAM), Tamires R. Pedroso

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