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III SEMINÁRIO INTERNACIONAL VIOLÊNCIA E CONFLITOS SOCIAIS: ILEGALISMOS E LUGARES MORAIS PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Qui, 01 de Setembro de 2011 16:55

 
 

 

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O III SEMINÁRIO INTERNACIONAL VIOLÊNCIA E CONFLITOS SOCIAIS: ILEGALISMOS E LUGARES MORAIS

Para se inscrever o participante deverá depositar o valor correspondente a sua categoria na conta do LEV, em seguida enviar um e-mail para Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. anexando o comprovante de pagamento e constando as seguintes informações:

 

NOME COMPLETO

FILIAÇÃO INSTITUCIONAL

ENDEREÇO

E-MAIL

TELEFONE PARA CONTATO

TÍTULO DO TRABALHO A SER APRESENTADO

GT SELECIONADO

CO-AUTOR

FILIAÇÃO INSTITUCIONAL

 

 

BANCO DO BRASIL

FAVORECIDO: CESAR BARREIRA
AGÊNCIA: 4732 - 5
CONTA CORRENTE: 115.813- 9

VALOR DAS INSCRIÇÕES

 
 

Estudante de Graduação (ouvinte)

R$ 20,00

Estudante de Graduação (apresentador)

R$ 30,00

Estudantes de Pós- Graduação e professores do Ensino Médio

R$ 40,00

Doutores e profissionais

R$ 60,00



*Participantes que irão apresentar trabalho e já fizeram sua pré inscrição deverão encaminhar o comprovante do depósito por e-mail para: Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.

 

 

Confira abaixo a lista de GTs e a programação parcial:

01- Cartografias dos Conflitos Sociais na América Latina

Coordenadores: Dimas Floriani (DCS-UFPR); Fernando de la Cuadra (LEV-UFC)

No pensamento latino-americano a temática do conflito social tem estado presente desde o período da Independência. Esta noção é intrínseca à construção das ciências sociais na região onde as diversas variáveis teóricas e interpretativas de nossa realidade se transformaram posteriormente num significativo aporte da América Latina ao pensamento social mundial. No atual processo de consolidação democrática que vive a região, com governos de perfil progressista, a emergência da problemática social e ambiental tem se transformado num original campo de lutas o qual coloca novos desafios teóricos e conceptuais que interpelam a noção clássica de democracia. Nesse sentido, o propósito deste Grupo de Trabalho é mapear os conflitos sociais e ambientais existentes na América Latina e refletir em torno das estratégias elaboradas desde a sociedade civil e suas organizações para lutar pela conquista de suas demandas vis-à-vis com os mecanismos de resposta gerados desde o Estado para resolver a conflitividade social através da negociação, institucionalização, persuasão, cooptação, neutralização ou por meio do uso da violência e a repressão sobre os movimentos sociais. 

02-Cidadania Sexual, diversidade e direitos humanos: intersecções entre diferença, poder e violência

Coordenadores: Cristian Paiva( NUSS-UFC); Regina Facchini (PAGU/UNICAMP)

Este GT pretende reunir relatos de pesquisas concluídas e/ou em andamento em que sejam problematizados aspectos metodológicos, analíticos e éticos na abordagem das temáticas de gênero, sexualidade e direitos humanos, nas suas interfaces com outros marcadores de diferença (tais como geração, classe, raça/cor, etc.). Estão dentro do campo de interesses do GT os seguintes temas: identidades, políticas e cidadania TLGB; violência de gênero, homofobia e violência doméstica; liminaridade e vulnerabilidade no contexto das práticas sexuais dissidentes; práticas de segurança, policiamento e vigilância de coletivos de jovens, mulheres e LGBTs; biopoder, biopotência e gestão das sexualidades; experiências e estratégias de resistência envolvendo redes de coletivos subalternizados; direitos sexuais e reprodutivos: debate democrático e convicções religiosas; família, direitos conjugais e parentais: tensões e reconfigurações; culturas corporais transgressivas; mercado erótico e trabalho sexual.

03-Crianças em situação de risco e vulnerabilidade social: pesquisa e intervenção.

Coordenadores: Deyseane Araújo Lima (NUCEPEC-UFC), Rubens André Carlot (NUCEPEC-UFC)  Ticiana Santiago de Sá(NUCEPEC-UFC).

O grupo de trabalho pretende promover uma discussão sobre as políticas públicas, as metodologias de pesquisa e intervenção junto às crianças em situação de risco e vulnerabilidade social, debatendo tais conceitos e suas implicações para a práxis contemporânea na área da infância. O grupo de trabalho busca reunir pesquisadores que abordem o trabalho infantil, a rede sócio-assistencial, a violação dos direitos fundamentais da criança, o atendimento a criança vítima de violência, de exploração sexual, de violência doméstica ou institucional, dentre outros temas.

04- Culturas e Sociabilidades Juvenis

Coordenadores: Glória Diógenes(UFC); Camila Holanda(LEV-UFC)

Esse grupo propõe-se a criar um dispositivo de experiências coletivas de percepções sobre a juventude e, assim, propiciar um encontro das visões e das práticas do fazer pesquisa sobre as culturas e sociabilidades juvenis. Serão acolhidos trabalhos que busquem identificar os movimentos de corpos juvenis nas várias dobras da esfera pública e nos vários ângulos de atuação. Predominará a lógica do movimento e a percepção dos campos de sociabilidade, tanto nos espaços da esfera pública das cidades quanto na esfera pública virtual, bem como trabalhos que buscam identificar, a partir do princípio de nomadismo visões de cidade, de lugar e da intensidade das experiências juvenis nos mapas da cidade real e virtual. Cidade do olhar, cidade imaginária. Fronteiras, linhas, territórios de juventudes: a cidade marcada. Percursos, transições, práticas e rotas juvenis: corpo, espaço e sociabilidade. Mapas afetivos, redes e intimidade: subjetividades em movimento.

05-Culturas Juvenis: tempo(s), espaço(s), experiência(s)

Coordenadores: Antônio dos Santos Pinheiro (URCA); Isaurora Martins(UVA)

Nos dias atuais, a juventude tem sido tematizada como alvo preferencial das discussões em relação às políticas públicas, das questões de trabalho e desemprego, das diferentes expressões artísticas e culturais, dos conflitos territoriais decorrentes do tráfico de drogas, e envolvimento em práticas criminosas etc. O objetivo do GT é estimular o debate em torno das culturas juvenis levando em conta as seguintes questões: Que experiências marcam a vivência da condição juvenil em diferentes tempos e espaços e como essas experiências se articulam com as especificidades dos distintos meios sociais e culturais? Como, a partir das suas vivências, os jovens recriam a relação espaço/tempo e atribuem significados ao ser jovem? Que territorialidades e mapas identitários emergem das experiências juvenis? Como os jovens processam as mudanças verificadas no mundo contemporâneo e recriam as relações entre si, com os outros e com as instituições encarregadas de socializá-los? Que formas de sociabilidade e modalidades de socialização podem ser verificadas nos contextos juvenis? Como os jovens expressam suas experiências do ponto de vista estético, cultural e político na cidade e no campo? Como se explica a violência juvenil como dado fomentador das políticas públicas direcionadas a juventude?

 

06-Cidade, conflitos sociais e moral: etnografia das práticas insurgentes

Coordenadores: Geovani Jacó de Freitas (COVIO/UECE)Glaucíria Mota Brasil (LABVIDA/UECE)Rosemary Almeida (COVIO/UECE)

O GT pretende reunir estudos sobre conflitos sociais e fenômenos criminais que ocorrem em diferentes espaços das metrópoles por meio de linguagens e ações que se insurgem no cotidiano citadino, tais como novas estéticas, novos valores, conflitos geracionais e uma nova moral na busca de enfrentamento dos conflitos e da violência. A ideia central é pensar uma etnografia da cidade a partir dessas novas práticas, tomando como pressuposto o fato de que tal enfrentamento se dá do ponto de vista institucional, com sua linguagem do controle e sua moral, mas tem se configurado, cada vez mais, no campo instituinte da gramática social, com suas diferentes linguagens instituindo novas práticas morais, novos valores e ações de enfrentamento, como vinganças, conflitos de gangues, práticas individuais de “fazer justiça com as próprias mãos”, ações de grupos de extermínio, entre outras.

07- Desigualdades, territórios e riscos sociais

Coordenadores: Leila Passos (UFC); Alba Pinho (RUPAL- UFC); Eliana Costa Guerra (UFRN)

Debatedora: Irma Martins Moroni da Silveira ( LASSOSS-UECE) 

O GT aborda as temáticas das desigualdades e das relações sociais de dominação no modo de vida capitalista e as vias de enfrentamento no âmbito da Questão Social brasileira. Interessa-nos adentrar nas expressões de assimetrias e apartações e nos processos de construção e ampliação de cidadania. Buscamos problematizar, por um lado, as atuais expressões da pobreza, do adensamento das vulnerabilidades sócio-econômicas e civis, dos riscos sociais, da violência urbana, no acesso desigual aos direitos; e, por outro, a produção da cidadania, de programas, projetos e políticas sociais (públicas ou privadas) direcionados ao enfrentamento e/ou ao controle das expressões das desigualdades e discriminações. Neste segundo enfoque, direcionamos nosso olhar, em especial, à análise crítica das ações sociais voltadas ao “combate à pobreza/ pobreza extrema”, busca de equidade e inclusão social tão evidenciados nos anos 2000, advindas da sociedade civil ou do Estado em suas configurações contemporâneas.  Serão privilegiados os seguintes eixos temáticos: 1)Capitalismo, dominação e reprodução de desigualdades; 2)Configurações contemporâneas da pobreza, vulnerabilidades e riscos sociais em territórios estigmatizados; 3) Políticas Públicas e o desafio do enfrentamento das desigualdades; 

08- Economia, Práticas Solidárias e Segurança

Coordenadores: George Paulino (LAI-UFC); Elza Braga(UFC)

Debatedores: Maria Neyara Araújo(UFC);  Alcides Gussi (UFC); Eduardo Girão( UFC) 

Comumente configuradas em territórios empobrecidos e marcados pela violência urbana, as ações de economia solidária (ecosol) assentam-se em princípios que, sob diversas perspectivas, relacionam-se à atenção aos direitos humanos, prevenção da violência e segurança. Atentando para esse quadro, este GT receberá trabalhos de pesquisa que focalizem a ecosol como instrumento oportunizado em processos de construção da segurança, materializados através de ações diversas, tais como: enfrentamento e prevenção da violência doméstica, formação artístico-profissional de adolescentes e jovens, geração de trabalho e renda, segurança alimentar e nutricional, educação e sustentabilidade socioambiental. Esta proposta favorece o debate acerca dos limites e possibilidades da cultura da solidariedade como via de restauração de nexos sociais fragilizados ou rompidos e de fortalecimento dos espaços de “proteção próxima”, denominação definida por Robert Castel. Este e outros estudiosos contemporâneos, como Alain Caillé, por exemplo, podem mobilizar a fecundidade crítica do debate, sinalizando também (re)encontros possíveis com o pensamento social clássico, em autores como Durkheim, Mauss, Simmel, Weber e Marx.  

09- Narrativas e Imaginários sobre as Violências e suas Vítimas 

Clodomir Matos Jr. (NEV-USP), Igor Monteiro (LEV-UFC) e Marcos Silva (LEV-UFC) 

O Grupo de Trabalho em questão tem por objetivo estimular a reflexão acerca dos fenômenos socialmente apreciados comoviolência e suas vítimas. Frente à polissemia dos termos – expressa através de suas “novas” e recorrentes modalidades e suas percepções ambíguas, que oscilam de condenações taxativas a formas de aceitações veladas –, o GT pretende acolher trabalhos empíricos e contribuições teórico-metodológicas que versem sobre suas diferentes expressões e representações. Nesse sentido, buscando promover um debate interdisciplinar sobre a temática, o foco do GT estará voltado para as seguintes questões: a) expressões e conformações da violência contemporânea; b) as violências e suas vítimas e; c) narrativas e imaginários sobre as violências.

 

10 (13) - Sociologia e Antropologia da Cidade

Coordenadores: Geísa Matos (LEPEC-UFC); Diocleide Lima Ferreira(UVA) Silvana Rubino (UNICAMP)

A proposta deste grupo de trabalho é apresentar e discutir, a partir de estudos etnográficos, diferentes usos  e significados atribuídos aos espaços das cidades. Busca-se priorizar trabalhos que contribuam para relativizar as classificações que a mídia, e as instituições públicas, a sociedade em geral  atribuem aos lugares da cidade, a exemplo de espaços “seguros”; “perigosos”;  “bairro histórico”; “comunidade”; “centro” e “periferia”, perspectivas  que permitam captar as dinâmicas das redes sociais e das interações nos diversos espaços  citadinos.

 

11- Redes Criminais, Dispositivos de Classificação e Punição.

Coordenadores: Jania Perla Aquino (LEV-UFC); Jorge Mattar Vilella (HYBRIS-UFSCar); Natasha Neri(NECVU-UFRJ)

O grupo de trabalho pretende agregar pesquisadores cujos estudos envolvam práticas e coletivos ilegais, agentes e mecanismos ( institucionalizados ou não) de classificação, repressão e punição de práticas suscetíveis à incriminação, bem como as experiências de diversos atores em instituições policiais, judiciais e prisionais. Além da discussão dos dados e descobertas etnográficas, o GT buscará contribuir para a reflexão sobre os dilemas éticos e as dificuldades operacionais referentes à realização da pesquisa, ao tratamento analítico dos dados e às formas de publicização das informações obtidas.

12- Segurança Pública e Cidadania

Coordenadores: Maurício Bastos Russo(LEV- UFC); Alex Niche(GPVC-UFRGS)

Como as instituições policiais interagem com questões ligadas aos Direitos Humanos. Como a Sociologia da Violência analisa estas instituições. Quais metodologias de pesquisa são mais adequadas para pesquisar as instituições policiais. O Grupo de Trabalho “Segurança Pública e Cidadania” pretende discutir as práticas legais e/ou ilegais, a formação, o funcionamento e demais temáticas relacionadas com as organizações policiais, a segurança pública e a cidadania.


Os resumos inscritos deverão seguir as seguintes normas:

RESUMOS

- Título proposto, de até 200 caracteres, incluindo espaços;

- Resumo, de até 1200 caracteres, incluindo espaços;

- Fonte: Arial, tamanho 12;

- Espaçamento entre linhas de simples;

Nome completo e instituição do(s) autor(es)

Atenção: Cada pesquisador(a) poderá inscrever uma proposta de trabalho como autor principal em um único GT.

A DATA LIMITE PARA O ENVIO DO RESUMO É 01/10/2011. EM SEGUIDA DIVULGAREMOS A DATA PARA O ENVIO DO TRABALHO COMPLETO.

 

Os trabalhos completos deverão seguir as seguintes normas:

PAPER COMPLETO

 Formato PDF.

- Página de rosto (capa), com as seguintes informações:

III SEMINÁRIO INTERNACIONAL VIOLÊNCIA E CONFLITOS SOCIAIS: ILEGALISMOS E LUGARES MORAIS

 6 a 09 de dezembro de 2011, Laboratório de Estudos da Violência, UFC, Fortaleza-CE

Grupo de Trabalho: [INDICAR NOME DO GT]

Título do Trabalho [idêntico ao que foi registrado no momento da inscrição]

Nome completo e instituição do(s) autor(es)

- Fonte: Arial, tamanho 12;

- Espaçamento entre linhas de 1,5;

- Entre 07 a 10 páginas

Os resumos e os trabalhos completos deverão ser encaminhados para o seguinte e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.  . No campo assunto indique o GT para o qual você está encaminhando sua proposta.

 

 

 

 

Programação do III Seminário Internacional Violência e Conflitos Sociais: ilegalismos e lugares morais.

 

 

 

DATA: 06/12/2010

 

19h00min-Cerimônia de Abertura:

19h30min-Conferência de Abertura: Martha Huggins (Tulane University)

Moderador: Jânia Diógenes (UFC)

21h00min- Programação Cultural

 

DATA: 07/12/2011

 

08h às 10h Grupos de Trabalho

 

10h00min Mesa Redonda: Controle Social e Punição

Moderador: Camila Holanda (UFC)

Expositores:

Marco César Alvarez (USP)

Antonio dos Santos Pinheiro (URCA)

José Luiz Ratton (UFPE)

Jaime Zuluaga Nieto

Celina Lima (UFC)

 

14h30min Mesa Redonda: Etnografias Urbanas: lugares, redes e conflitos

Moderador: Daniele Nilin (UFC)

Expositores:

Daniel Hirata (NECVU)

Irlys Barreira (LEPEC-UFC)

Gabriel Feltran (UFSCar)

Silvana Rubino( UNICAMP)

Manoel Carlos Silva( Universidade do Minho)

 

18h00min: Conferência

Moderador: Leonardo Sá (UFC)

Luiz Gabaldon (Universidade de los Andes)

Vicente Sánches Munguía

 

 

DATA: 08/12/2011

 

08h às 10h Grupos de Trabalho

 

10h00min  Mesa Redonda: Formação e Práticas Policiais

Moderador: Larissa Sales (UFC)

Expositores:

Paulo Granjo( ICS Universidade de Lisboa)

Leonardo Sá (UFC)

Glaucíria Mota Brasil (UECE)

Maria Stela Grossi (UnB)

Carly Machado (UFRRJ)

 

 

14h30min Mesa Redonda: Regimes de Moralidades e Relações de Poder

Moderador: Domingos Abreu (UFC)

Expositores:

César Barreira (UFC)

John Comerford (UFRJ)

Luiz Roberto Cardoso de Oliveira (UnB)

Walter Medeiros (Associação Cearense de Forró)

Alexandre Werneck (UFRJ)

 

DATA: 09/12/2011

08h às 10h Grupos de Trabalho

 

10h00min Mesa Redonda: Violência e Conflitos Sociais

Moderador: Geovani Jacó (UECE)

Expositores:

Ignácio Cano (LAV-UERJ)

Joana Vargas (NECVU-UFRJ)

Brígida Renoldi ( CONICET)

José Vicente Tavares dos Santos (UFRGS)                                                    

 

14h30min Mesa Redonda:Entre o legal e o ilegal: agências e redes.

Moderador: Elcio Batista (A.E.S.P.)

Expositores:

Antônio Carlos Rafael Barbosa (UFF)

Jania Perla Diógenes de Aquino (UFC)

Jorge Mattar Vilella (UFSCar)

Lenin Pires (UFF)

Michel Misse (UFRJ)

 

Conferência de Encerramento

19h00min - Julita Lemgruber

Moderador: César Barreira

 

21h00min - Confraternização de Encerramento.

 

 

Última atualização em Qui, 01 de Dezembro de 2011 19:23
 
Novos Titulares São Divulgados PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Seg, 28 de Março de 2011 15:39

Academia de Segurança Pública escolheu César Barreira

 

Divulgados nesta quinta-feira (17) os nomes dos novos titulares de órgãos vinculados ao Governo. Para a Academia de Segurança Pública o escolhido foi o sociólogo César Barreira.

No departamento de estradas de rodagem, assume o engenheiro civil Sérgio Azevedo. O engenheiro Leão Montezuma foi reconduzido ao cargo de superintendente da Sohidra, e Francisco Teixeira a de superintendente da Cogerh. Também foram mantidos nos cargos, Rômulo Fortes, do Metrô de Fortaleza, e Erasmo Pitombeira, da Ceará Portos.

 

http://tvverdesmares.com.br/cetv2aedicao/titulares-de-orgaos-vinculados-ao-governo/

Última atualização em Seg, 28 de Março de 2011 17:02
 
GT 03, da REA 2011, "Dilemas éticos e dificuldades operacionais: como etnografar práticas e pensamentos moralmente condenáveis?" PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Qui, 17 de Março de 2011 08:30

 

Inscrição de trabalhos nos GRUPOS DE TRABALHO: 09/03 a 09/04/2011

Submissão de trabalhos para o grupo coordenado por Jania Diógenes e Jorge Villelahttp://www.ufrr.br/rea2011/
 
 
 
 

GT 3 - DILEMAS ÉTICOS E DIFICULDADES OPERACIONAIS: COMO ETNOGRAFAR PRÁTICAS E PENSAMENTOS MORALMENTE CONDENÁVEIS?


Jânia Perla Diógenes (UFC)

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,

Jorge Mattar Villela (UFSCAR)

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Este grupo de trabalho pretende agregar etnógrafos cujos interlocutores ou problemáticas de estudo provoquem dificuldades ao desenvolvimento empírico e ao tratamento analítico a pesquisa, seja por desencadear dilemas éticos e morais ou apresentar obstáculos associados à sua divulgação. Além de propostas que abordam práticas correntemente denominadas de violentas ou que constituam alvo de repressão policial e condenação jurídica, buscamos reunir trabalhos em que a censura e a condenação moral aos sujeitos da pesquisa sejam fortemente sentidas pelo antropólogo. Pretendemos tematizar e debater o trabalho de campo e a construção da analise antropológica em função: a) dos problemas éticos ou morais concernentes ao estudo; b) de limitações e obstáculos de divulgação dos resultados (objetos empíricos que envolvam atividades ilegais, ilícitas ou condenáveis pelas moralidades hegemônicas e cuja divulgação de dados traria diversas ameaças ao etnógrafo e/ou aos seus interlocutores); c) da novidade do objeto de estudo (agrupamentos de existência recente e conformação dissonante em relação aos grupos, sociedades, culturas, objetos típicos, enfim, da antropologia pensada como ciência ortodoxa); e, decorrente do que precede, d) de eventuais insuficiências de conceitos disponíveis para dar conta das realidades vividas pelas pessoas a partir das quais se elaboram as etnografias (que contrariam ou não se deixam enquadrar nas linguagens conceituais enraizadas no discurso antropológico). O objetivo do GT, portanto, é o de exercitar e fazer circular a reflexão de encaminhamentos ou soluções para impasses da pesquisa antropológica, a saber, conceituais, de método e morais ou éticos.

Última atualização em Qui, 17 de Março de 2011 08:37
 
Lançamento de Livros - II Seminário Internacional do LEV PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Ter, 16 de Novembro de 2010 10:15

Dia 30/11 às 20:30 no II Seminário Internacional do LEV.

Violência e Conflitos Sociais: Trajetórias de Pesquisa
Editora: Pontes
Organização: César Barreira

Junto e misturado: uma etnografia do PCC
Editora: Terceiro Nome
Autora: Karina Biondi

Príncipes e Castelos de Areia: um estudo da performance nos grandes roubos.
Editora: Biblioteca 24x7
Autora: Jania Perla de Aquino

Cotidiano Encarcerado: o tempo como pena e o trabalho como "prêmio"
Editora: Conceito
Autor: Robson Augusto Mata de Carvalho
Última atualização em Ter, 13 de Setembro de 2011 15:04
 
Violência em debate PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Dom, 10 de Outubro de 2010 09:49

Violência em debate

Quebrar estereótipos existentes em torno da violência, compreender suas ações para tentar Superá-la. Estes propósitos fazem parte do livro violência e conflitos sociais" trajetórias de pesquisa que será lançado hoje (14) na Livraria Cultura

14.10.2010| 02:00

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A problemática contemporânea da violência conduz as análises de vários professores e pesquisadores vinculados ao Laboratório de Estudos da Violência  (WILTON JUNIOR/AGÊNCIA ESTADO/AE)

Com organização do sociólogo César Barreira e contribuição de pesquisadores nacionais e estrangeiros será lançado logo mais à noite, no auditório da Livraria Cultura, o livro Violência e conflitos sociais – Trajetórias de pesquisa. A violência, em suas diversas faces, está impregnada na sociedade. Para discutir estes temas e tentar compreender as diferentes formas de manifestação foi criado o Laboratório de Estudos da Violência (LEV), vinculado à Universidade Federal do Ceará.

Última atualização em Qua, 20 de Outubro de 2010 22:27
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